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ARGO MAGAZINE REDE

Somos uma revista inovadora, concebida no formato de rede social, onde convergem ideias luxuosas e sustentáveis para impulsionar negócios de sucesso. Nosso espaço celebra a sofisticação aliada à consciência ambiental, promovendo soluções visionárias para um futuro mais próspero e responsável.

Feliz compras

INDÚSTRIA TÊXTEIL

É amplamente reconhecido que a indústria têxtil está entre as mais poluentes do mundo, tornando a necessidade de transformação uma urgência em todos os setores. O planeta já nos apresenta sua fatura, e agir com irresponsabilidade simplesmente não é uma alternativa. O futuro exige consciência, inovação e um compromisso sólido com práticas verdadeiramente sustentáveis.

Interior de carro

ECOLOGIA 

Temos o compromisso de proteger a biodiversidade, promovendo segurança no trabalho, crescimento econômico sustentável e desenvolvimento social equilibrado. Essas ações não apenas impulsionam o progresso, mas também se tornam essenciais para a preservação do bem-estar coletivo e a construção de um futuro mais responsável e próspero.

MUDANÇA

O fenômeno da moda sustentável ainda tem um longo caminho a percorrer, e sua evolução não depende apenas das marcas, mas também da conscientização dos consumidores de todas as classes sociais. É essencial que cada indivíduo assuma sua parcela de responsabilidade, impulsionando uma transformação urgente rumo a um futuro mais ético e sustentável.

Diamond Teardrop Earring

MODA SUSTENTÁVEL

A indústria têxtil consome cerca de 10% dos gases de efeito estufa do planeta e emprega mais de 75 milhões de pessoas globalmente, sendo um dos principais motores da economia mundial. No entanto, também figura entre os setores mais poluentes e ainda enfrenta desafios significativos na reciclagem. Estima-se que aproximadamente US$ 500 bilhões sejam perdidos anualmente devido ao descarte de roupas e produtos.

A transformação já começou, mas precisa acelerar—e essa mudança é urgente. Que tal unirmos esforços? Envie suas ideias, projetos e sugestões para que juntos possamos construir um futuro mais sustentável e responsável juntos. Queremos ouvir você!

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Dicas e inspirações para você criar, pensar ....

_Gucci

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Foto: Campanha Gucci Off the Grid (Reprodução)

A Gucci segue entre as marcas pioneiras na incorporação de práticas sustentáveis ao setor de luxo, com foco na redução de emissões, em estratégias de descarbonização e no apoio à conservação florestal. Desde o lançamento da coleção cápsula Gucci Off the Grid, em 2020, a casa italiana vem ampliando o uso de materiais reciclados, orgânicos e de base biológica em peças sem gênero e acessórios de apelo esportivo.

       Cada detalhe dessa linha reflete o compromisso ambiental da marca — de tecidos técnicos a acabamentos e cordões produzidos com poliéster reciclado —, sinalizando uma mudança estrutural na forma de pensar design, produção e ciclo de vida dos produtos. A coleção integra a iniciativa Gucci Circular Lines, idealizada por Alessandro Michele, que propõe a regeneração de materiais têxteis e o fortalecimento da economia criativa circular.

      Em 2026, esse movimento já não é mais tratado como exceção ou ação pontual, mas como parte de uma estratégia contínua da marca para alinhar criatividade, inovação e responsabilidade ambiental, em sintonia com as novas expectativas de consumidores e com as exigências globais por um luxo mais consciente e transparente.

_Burberry

_Alexander Mcqueen

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Foto: Campanha Re-Burberry (Reprodução)

Para o Inverno 2026, a Burberry reafirma seu protagonismo na moda sustentável ao aprofundar a reinvenção de seus ícones por meio de materiais de menor impacto ambiental. A maison amplia o uso de náilon regenerado proveniente de redes de pesca, retalhos têxteis reaproveitados e bioacetato, integrando inovação, desempenho e responsabilidade ambiental em peças que dialogam com o novo luxo consciente.

      As coleções passam a operar sob critérios ainda mais rigorosos de rastreabilidade e certificação de qualidade sustentável, com produção concentrada em fábricas comprometidas com a redução contínua do consumo de água e energia, além da diminuição de emissões ao longo da cadeia produtiva. A transparência segue como pilar estratégico: a marca mantém a divulgação pública de seus relatórios anuais de impacto e progresso ambiental, consolidando uma narrativa em que estética, ética e futuro caminham juntos. Em 2026, sustentabilidade deixa de ser apenas atributo e se afirma como parte estrutural da identidade criativa da Burberry.

Foto: Alexander McQueen (Reprodução/Instagram)

Para o Inverno 2026, a Alexander McQueen aprofunda seu compromisso com a sustentabilidade ao consolidar a eliminação do uso de pele animal em suas criações e ao apostar em faux fur vegano, livre de crueldade e cada vez mais sofisticado em textura e acabamento. A grife também reforça sua estratégia de moda circular e, em parceria com a Vestiaire Collective, segue ampliando a oferta de peças previamente usadas por consumidores, além de modelos de acervo e coleções vintage, dentro de um brechó de luxo digital curado.

      Além do mercado, a maison fortalece seu impacto positivo na formação de novos talentos ao doar tecidos de seu próprio estoque para estudantes e universidades, incentivando pesquisa, experimentação e inovação responsável. Em 2026, sustentabilidade deixa de ser discurso e se afirma como prática estruturante: da escolha de materiais ao prolongamento do ciclo de vida das peças, a marca reafirma seu papel na construção de um luxo mais consciente, relevante e alinhado às exigências do presente.

_Stine Goya

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Foto: Stine Goya (Reprodução/Instagram)

Para o Inverno 2026, a Stine Goya consolida sua proposta de moda responsável com uma leitura contemporânea de cor, forma e consciência ambiental. A marca dinamarquesa aprofunda o uso de tecidos certificados, fibras recicladas e matérias-primas de menor impacto, combinando sua estética vibrante com processos produtivos mais rastreáveis e eficientes.

       O foco passa a ser a longevidade das peças: design pensado para atravessar estações, modelagens atemporais e acabamentos que privilegiam durabilidade sem abrir mão da identidade gráfica que tornou a grife reconhecida internacionalmente.

       A coleção de inverno propõe um guarda-roupa que dialoga com o frio e com o futuro: sobreposições inteligentes, malhas responsáveis, alfaiataria leve e estampas desenvolvidas com menor consumo de água e energia. Em 2026, ecologia não aparece como tendência, mas como método — do desenvolvimento de materiais à logística, passando pela transparência na comunicação de impactos. A Stine Goya reforça, assim, uma visão de luxo criativo acessível, onde expressão individual e responsabilidade ambiental coexistem como parte do mesmo projeto estético e ético.

_Rêve en Vert

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Foto: Rêve en Vert (Reprodução/Instagram)

A Rêve en Vert, fundada em 2013, consolidou-se até 2026 como uma das principais plataformas globais de curadoria de moda sustentável de luxo. Mais do que uma boutique online, a Rêve en Vert atua como um hub de marcas comprometidas com impacto positivo, priorizando peças produzidas com materiais orgânicos, reciclados e de baixo impacto ambiental, além de processos produtivos transparentes e rastreáveis.

Para que um produto ou marca seja exibido na plataforma, é necessário atender a critérios rigorosos de sustentabilidade e ética: redução de desperdício ao longo da cadeia produtiva, uso responsável de recursos naturais, valorização de comunidades locais e adoção de políticas de comércio justo que garantam condições dignas de trabalho. Em 2026, a curadoria da Rêve en Vert também passa a enfatizar a longevidade das peças, a economia circular e a comunicação clara de impacto ambiental, reforçando sua proposta de unir luxo, estética e responsabilidade em um mesmo ecossistema de consumo consciente.

Nosso propósito é abrir caminhos, gerar empregos e criar oportunidades com responsabilidade, enquanto ampliamos o acesso aos meios culturais. Buscamos oferecer a todos os envolvidos negócios sustentáveis, promover o bem-estar e fortalecer a segurança, tanto para o país quanto para sua sociedade. Nesta jornada, contamos com o apoio e as parcerias de todos os participantes e da coletividade, para juntos construirmos um futuro mais próspero e equilibrado.

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As emissões de gases de efeito estufa resultam de processos como o transporte de mercadorias, a criação de animais (como ovelhas para extração de lã), o tipo de fibra utilizada, a demanda por energia e o consumo de água. Cada matéria-prima passa por diversas etapas até que a fibra têxtil seja obtida. Após a confecção do tecido, ainda é necessário aplicar cloro, realizar lavagens e tingimentos.

Poliéster
O poliéster, conhecido como PET, é uma fibra sintética amplamente utilizada em objetos do cotidiano, como garrafas plásticas, cintos de segurança, edredons e roupas.

     Presente em malhas e calças, o poliéster é a fibra sintética mais usada globalmente, consumindo, em média, 70 milhões de barris de petróleo por ano e levando mais de 200 anos para se decompor.

Durante sua produção, são liberados compostos orgânicos voláteis (VOC) e efluentes com antimônio, substância que, em alta exposição, pode causar irritação na pele e olhos, inflamação pulmonar e bronquite. Outro impacto ambiental significativo é a liberação de microplásticos, que chegam aos oceanos e afetam os animais ao longo da cadeia alimentar. Essa reflexão evidencia a urgência de alternativas mais sustentáveis para o futuro da moda e do consumo.

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Algodão
Embora seja uma fibra natural, o algodão apresenta impactos ambientais significativos. Para produzir uma simples camiseta de algodão, são consumidos, em média, mais de 2,7 mil litros de água. Em apenas seis anos, uma única marca pode utilizar cerca de 3,5 mil toneladas de plástico na confecção de shorts, jaquetas e outras peças.

Apesar de ocupar pouco mais de 2% da área agrícola global, o cultivo de algodão consome 24% dos inseticidas e 11% dos pesticidas empregados na agricultura, contribuindo para a degradação do solo e dos lençóis freáticos. Além disso, o uso de máquinas agrícolas e tratores eleva o consumo de combustíveis, intensificando o efeito estufa.

Viscose de bambu
A viscose de bambu, fabricada a partir da celulose do bambu, tem ganhado espaço na indústria têxtil devido a suas vantagens ambientais. Ela dispensa o uso de pesticidas e fertilizantes, exige menos maquinário no plantio e evita a erosão do solo.

     No entanto, a produção dessa fibra envolve o manuseio de substâncias como ácido sulfúrico e soda cáustica, que são tóxicas e poluentes, além de inflamáveis, representando riscos de explosão e de danos à saúde dos trabalhadores envolvidos no processo.

    Esses aspectos evidenciam a necessidade de avançar em soluções mais seguras e sustentáveis para a indústria têxtil.

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Impactos da moda rápida
A moda rápida gera impactos significativos, com uma produção anual estimada de 300 milhões de toneladas, das quais apenas 10% são recicladas. Esse modelo de consumo, impulsionado por preços baixos e pela compra frequente, intensifica a demanda por matérias-primas e agrava os danos ambientais.

   Segundo pesquisas, peças descartadas após poucos meses de uso podem emitir até 600% mais carbono do que aquelas mantidas por um ano. Além disso, roupas não vendidas por grifes de luxo geram emissões ainda maiores. Essa prática contribui para o desperdício e amplifica os desafios ambientais enfrentados pela indústria têxtil.

Ainda assim, questões como poluição e elevado consumo de recursos naturais permanecem grandes obstáculos para o setor, exigindo soluções urgentes e inovadoras para mitigar esses problemas.

Fontes: COP26 / ONU News

Atenção aos detalhes

O que procurar na moda de luxo sustentável

1. Alta costura
O ápice da moda luxuosa e consciente está na alta costura, marcada pela atenção meticulosa aos detalhes. Esses incluem bordados e contas costurados à mão, além de alinhamentos perfeitos, utilizando materiais que se integram harmoniosamente ao design. O trabalho artesanal, realizado por profissionais chamados petit mains, é valorizado com remuneração à altura, justificando os preços elevados. No entanto, também vale explorar tecnologias que possam manter a qualidade com eficiência inovadora.

2. Materiais naturais e inovadores
Tradicionalmente associada a matérias-primas como peles e seda, a moda de luxo tem evoluído. Grandes marcas estão abandonando produtos de origem animal, focando em alternativas sustentáveis e tecnológicas. Exemplos incluem couro cultivado em laboratório e impressão 3D, iniciativas lideradas por empresas como Burberry e Kering, sinalizando uma nova era na indústria têxtil.

3. Estética extraordinária
Nas marcas de moda sustentável de luxo, parte do investimento é direcionado ao design exclusivo, que reflete a assinatura única de cada marca. Peças autênticas e criadas com identidade distinta tornam-se reconhecíveis, como ocorre com as criações de designers como Tom Ford e Hedi Slimane. A estética elevada continua sendo um elemento essencial do luxo consciente e sustentável.

Donatella Versace, sustentabilidade e luxo andam de mãos dadas.

O ícone da "moda luxo", onde "o verde" é considerado ouro.

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Donatella Versace: Inovação e Relevância no Luxo

Donatella Versace foi diretora artística da Versace por quase 30 anos, até março de 2025. Ela deixou o cargo para se tornar embaixadora-chefe da marca. 

Donatella Versace

  • Irmã de Gianni Versace, fundador da Versace 

  • Atuou como vice-presidente e consultora criativa da marca antes de assumir a direção criativa em 1997 

  • Responsável por campanhas e coleções icônicas, onde vestiu personalidades do cinema e da música.

Dario Vitale

  • Sucedeu Donatella Versace como diretor criativo da Versace 

  • Anteriormente foi diretor de design e imagem da Miu Miu, marca que pertence ao grupo Prada 

  • Também passou pelas grifes Dsquared2 e Bottega Veneta 

A Versace foi fundada em 1978 por Gianni Versace. O grupo Prada comprou a grife Versace por 1,25 bilhão de euros. 

Ponderador.

Experiência Versace
Os clientes escolhem a Versace não apenas pelas roupas e acessórios, mas pela filosofia da marca, que complementa e valoriza suas personalidades. Nas boutiques, o objetivo é oferecer uma experiência que permita aos clientes se expressarem em um ambiente de luxo supremo, com atenção especial às suas necessidades.

Sustentabilidade nas Boutiques
As lojas Versace são concebidas como vitrines da marca, integrando princípios de sustentabilidade em seus projetos. Com inovações que reduzem o consumo de energia para aquecimento, ar condicionado e iluminação, as boutiques promovem uma experiência ambientalmente responsável. Além disso, os edifícios verdes beneficiam clientes e funcionários, oferecendo melhor qualidade do ar e iluminação, o que eleva a saúde e a produtividade.

Fonte: L'Officiel e Instagram.

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O que tornar uma marca de luxo

Excelente Atendimento ao Cliente
As lojas de moda de luxo oferecem uma experiência incomparável de atendimento. Os vendedores aprendem o nome dos clientes, registram suas preferências e histórico de compras e enviam notificações personalizadas, como convites para vendas exclusivas. Eles ajudam na escolha do item ideal, garantindo um caimento perfeito com ajustes personalizados. Além disso, oferecem suporte para reparos em caso de danos às peças.

Preços Altos e Sustentabilidade
O luxo genuíno vem acompanhado de preços elevados, refletindo a qualidade artesanal, materiais suntuosos e design único. Muitas marcas de moda de luxo sustentáveis dedicam-se à criação de peças excepcionais feitas por mãos habilidosas, utilizando materiais naturais e inovadores. Essas peças são projetadas para durar uma vida inteira, combinando sofisticação atemporal com consciência ambiental.

Marcas que abraçam o estilo francês e a sustentabilidade destacam-se no cenário da moda luxuosa e ética.

St. Roche: Moda Sustentável com Detalhes Meticulosos
St. Roche é uma marca de luxo que se destaca pelo uso de técnicas elaboradas, como babados, pintucks e fechamentos com botões cobertos. Comprometida com a sustentabilidade, a marca colabora com parceiros éticos na Índia e no Peru, utilizando materiais como algodão orgânico, tencel biodegradável com certificação GOTS e alpaca sustentável. Suas coleções femininas clássicas combinam elegância com práticas conscientes, valorizando tanto o meio ambiente quanto o trabalho justo.

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 Mara Hoffman

Alguns podem não perceber que este conhecido designer foi completo em ética e sustentável. Afinal, ela vem criando coleções há quase duas décadas.

Mas, nos últimos anos, Mara Hoffman fez a transição de seu rótulo para ser o mais ecologicamente correto e ético possível. Ela faz isso criando cada coleção em condições socialmente responsáveis usando tecidos naturais e reciclados de origem ética. Como se isso não bastasse, todas as coleções dela agora são totalmente veganas, também.

Dado seu incrível talento de design e a alta qualidade dos têxteis que ela usa, não é de admirar que Hoffman tenha chegado ao topo da nossa lista de marcas de moda sustentáveis luxuosas.

_Mastani

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Mastani: Luxo Sustentável e Artesanato Tradicional
Mastani se destaca na moda de luxo sustentável, valorizando detalhes meticulosos e a exclusividade das roupas feitas à mão. Utilizando técnicas tradicionais indianas de tingimento, tecelagem, costura e embelezamento, a marca busca preservar e revitalizar o rico artesanato de seus antepassados.

       A seda de paz tingida manualmente tornou-se o tecido icônico das coleções de edição limitada, que mesclam modernidade com técnicas ancestrais. Fundada por Kudrat Makkar, diretora criativa baseada em Melbourne, Austrália, Mastani leva seus clientes a uma jornada cultural que conecta tradições ao presente.

     Com produção ética e transparente, toda a confecção é realizada no Mastani Atelier, localizado em Bengaluru, Índia. A marca celebra o luxo por meio da atenção aos detalhes e da qualidade singular proporcionada pelas peças feitas artesanalmente, combinando sofisticação contemporânea com herança cultural

_VOZ

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A VOZ: Luxo Sustentável e Conexão Cultural

A VOZ celebra heranças modernas ao trabalhar em colaboração com artesãos chilenos, criando peças luxuosas e sustentáveis. Essa parceria promove um sustento sustentável e oferece programas gratuitos de educação profissional para mulheres mapuche no Chile.

      A marca utiliza materiais biodegradáveis, como alpaca bebê, algodão e seda, unindo estilos tradicionais latinos a influências ocidentais. Essa fusão reflete uma conexão universal e humana em cada peça, criada com dedicação e habilidade artesanal. A VOZ define a moda de luxo sustentável com um toque latino e autenticidade cultural.

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NINETY PERCENT

Noventa Por Cento: Casualidade com Luxo e Propósito

A marca Noventa Por Cento alia estilo casual luxuoso e consciência sustentável, criando peças feitas com 100% de algodão orgânico, tão confortáveis que parecem feitas para viver nelas. O nome da marca reflete seu compromisso social: 90% dos lucros são destinados a instituições de caridade ao redor do mundo. Essa união de conforto, elegância e impacto positivo transforma cada peça em uma escolha significativa e honrada para quem veste

_Gabriela Hearst

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Gabriela Hearst: Luxo Sustentável e Inovação Atemporal

Gabriela Hearst, ex-modelo e designer, combina equilíbrio e praticidade em criações atemporais inspiradas em sua infância no Uruguai e sua vida em Nova York. Cada peça reflete propósito e respeito à sustentabilidade.

     Desde 2015, a marca tem conquistado reconhecimento, incluindo o Prêmio Internacional Woolmark de Moda Feminina e o Prêmio Visionário da Moda do Instituto Pratt. Indicada ao CFDA Swarovski de Talento Emergente e ao CFDA Womenswear Designer do Ano, Gabriela Hearst é frequentemente chamada de "Hermès Sul-Americano" por suas roupas de qualidade superior. Celebridades como Nicole Kidman, Brie Larson e Demi Moore são fãs da marca, que utiliza fibras naturais, embalagens bio-plásticas e valoriza o trabalho artesanal feminino.

    A inovação tecnológica é outro destaque, com tecidos anti-radiação para proteger contra frequências prejudiciais e linho tratado com aloe para hidratar a pele. Suas coleções unem luxo, sustentabilidade e criatividade, conquistando admiradores no mundo todo. Gabriela Hearst continua a redefinir o conceito de moda de luxo sustentável.

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Loup Charmant: Luxo Sustentável com Elegância Natural

A Loup Charmant, fundada por Kee Edwards em 2006, é uma marca de moda sustentável que valoriza tecidos ecológicos como seda, algodão orgânico, linho e cânhamo. Seu estilo leve e sofisticado combina fluidez, cortes femininos e uma estética praiana.

    Com destaque para roupas de dormir em seda e peças feitas de algodão orgânico, a marca celebra o conforto refinado para o dia a dia. Sua proposta une sustentabilidade e elegância atemporal, proporcionando uma moda consciente e envolvente.

Inscreva-se para atualizações da Loup Charmant e acompanhe suas coleções exclusivas.

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Stella McCartney: Sustentabilidade e Inovação no Luxo

     A coleção de inverno 2026 da Stella McCartney traz inspiração nos anos 80, com materiais veganos que replicam píton e avestruz. 

    A estilista britânica reafirma seu compromisso com a moda ética e sustentável, investindo em alternativas inovadoras, como couro à base de uva e micélio, além de malhas biodegradáveis feitas de algas.

      A marca estabeleceu a meta de atingir emissões líquidas zero até 2040 e lançou acessórios produzidos a partir de resíduos da colheita de uva. Em sua coleção de verão 2025, 91% dos materiais utilizados foram sustentáveis.

Em janeiro de 2025, Stella McCartney retomou o controle total de sua grife, encerrando sua parceria com o grupo LVMH para preservar sua independência criativa. Sua abordagem ressoa especialmente entre consumidores da Geração Z e Millennials, que demonstram maior apoio a marcas comprometidas com práticas éticas e sustentáveis.

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Flor et. al.: Moda Sustentável com Elegância e Ética

A Flor et. al. conquistou seu lugar entre as marcas de moda sustentável favoritas da atualidade. Suas coleções, que evocam o glamour de Serena e Blair de Gossip Girl, combinam sofisticação e versatilidade, perfeitas tanto para o Upper East Side quanto para bistrôs em Paris.

      Produzidas por artesãos bem remunerados ao redor do mundo, incluindo pequenos profissionais na Índia, as peças destacam-se pelos detalhes refinados, como draping impecável, punhos elaborados e babados exuberantes.

Para fortalecer seu compromisso ético, a marca colabora com a organização sem fins lucrativos NEST, que conecta artesãos e designers globalmente. As criações da Flor et. al. são uma fusão de moda sustentável, design sofisticado e a essência da alta costura.

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Zero + Maria Cornejo: Moda com Poder Feminino

Fundada em 1998 pela chilena Maria Cornejo, a Zero + Maria Cornejo é uma empresa liderada e operada por mulheres. Transformando um espaço em Nova York em seu ateliê pessoal, Maria construiu uma marca que valoriza colaborações com mulheres artesãs ao redor do mundo, contribuindo para tirá-las da pobreza.

     Conhecida por seus estilos urbanos ousados, a marca é ideal para fashionistas feministas que apreciam moda inovadora e consciente. Cada peça reflete o compromisso com empoderamento e design exclusivo.

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 Amur

Se você já viu roupas mais cobiçadas nos tapetes vermelhos, provavelmente é porque mais celebridades estão sendo vestidas por Amur. De todas as marcas de moda sustentáveis luxuosas aqui, este rótulo glamouroso tornou-se um dos favoritos com nomes como Alexis Bledel, Elizabeth Hurley, Nicole Richie e muitos outros. Eles elogiam não só o incrível draping, babados femininos que a Amur proporciona, mas o fato de que essas roupas deslumbrantes incorporam, linho e algodão orgânico.

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Bamford

As roupas 100% naturais. A fundadora Carol Bamford usa apenas as melhores fibras naturais para criar suas roupas elegantes e casuais. Estes incluem da alta costura para a noite aos roupões de banho, suéteres e calças. Sua filosofia é baseada nas noções de temporalidade e pureza, e isso se reflete em seu estilo clássico. Todos os itens são feitos por alguns dos melhores artesãos do mundo, a partir de materiais como 100% algodão, linho e caxemira. Sentindo-se como a Dama da Mansão!

​​   A Bamford foi fundada na crença de que precisamos estar mais conscientes de nossa conexão com a terra – viver conscientemente, em harmonia com a natureza e respeitar a Terra que nos proporciona.

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ARGO está sempre pronta para pequenos e grandes desafios, para que a sua marca conquiste o tão espero objetivo. 

Fim
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